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Artigo do ótimo crítico (e querido) Angelo Capontes, do site filmesfranceses.com.br

 

Seis filmes franceses imperdíveis!

 

  1. Eterno Amor

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Depois do inesquecível O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, Jean-Pierre Jeunet chamou novamente a radiante Audrey Tautou para estrelar esta adaptação do romance Um Domingo Para Sempre. O resultado é sublime. O filme utiliza uma fotografia sépia para contar a história de uma jovem que não acredita que seu noivo foi morto nas trincheiras, então continua à procura dele. A cada passo, a protagonista revive cicatrizes da guerra. É uma obra primorosa, que merece ser vista várias vezes.

  1. Mademoiselle Chambon

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Estrelado por dois grandes nomes do cinema francês contemporâneo, Mademoiselle Chambon traz Sandrine Kiberlain e Vincent Lindon em um romance proibido – e quase que inexplicável. A maneira sensível que o diretor Stéphane Brizé adota para contar essa história reafirma a principal característica do cinema francês: menos é sempre mais.

  1. De Tanto Bater, Meu Coração Parou

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O diretor Jacques Audiard é dono de uma filmografia respeitável – Sobre Meus Lábios, O Profeta e Ferrugem e Osso são alguns de são grandes filmes. No meio de ótimos trabalhos, Audiard dirigiu este De Tanto Bater, Meu Coração Parou, sobre um homem que busca compensar atitudes errôneas cometidas no passado. A história é forte, a atuação de Romain Duris não possui o menor resquício de afetação, e o resultado é imperdível.

  1. Ao Lado da Pianista

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Catherine Frot é uma das atrizes francesas mais espetaculares de todos os tempos. E Ao Lado da Pianista prova isso com bastante êxito. O suspense mostra uma vingança meticulosamente calculada, dentro de uma perigosa relação entre mestre e discípulo. Tudo retratado com critério e tensão. Excelente filme!

  1. Amor ou Consequência

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Um dos filmes franceses mais criativos. A história traz um casal que não rejeita um desafio. A brincadeira começa de modo inocente, ainda na infância, mas segue cada vez mais arriscada. O visual da obra é colorido e vibrante. Já o desfecho é corajoso – e igualmente épico.

  1. Yves Saint Laurent

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O astro Pierre Niney ganhou sua carreira após encarnar o icônico estilista neste Yves Saint Laurent. O filme é equilibrado, interessante e exibe não só o profissional, mas também o homem por trás da marca. Pierre faz um trabalho perfeito aqui: sólido, natural e de uma sensibilidade rara. É o ator do momento – e merece ainda mais reconhecimento pelo talento tão impressionante.

L’actrice française a révélé dans une interview avec le Guardian avoir tenté plusieurs formes d’exorcismes pour se débarrasser de la présence d’Edith Piaf après son rôle dans La Môme.

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Marion Cotillard a confié, lors d’une interview avec le quotidien britannique The Guardian, avoir eu beaucoup de mal à se défaire du rôle d’Edith Piaf après le tournage de La Môme, en 2007. A tel point qu’elle avait la sensation d’être hantée par la chanteuse, huit mois encore après la sortie du film, retrouvant par moments la voix grave et éraillée de l’interprète de La vie en Rose.

« J’ai procédé à d’anciennes cérémonies chamaniques »

La comédienne explique avoir alors entamé des démarches surprenantes: « J’ai fait de l’exorcisme avec du sel et du feu. Je suis partie à Bora Bora pour lui échapper. Je suis allée au Machu Picchu au Pérou et j’ai procédé à d’anciennes cérémonies chamaniques pour me purifier avant de réaliser pourquoi je n’arrivais pas à la laisser partir. Elle avait été abandonnée dans son enfance. Sa plus grande peur était d’être seule ».

 

L’actrice ne veut plus se laisser envahir par ses personnages pour son fils

Traumatisée par cette expérience, Marion Cotillard -qui interprètera bientôt Lady Macbeth– révèle ne plus vouloir se laisser envahir de la sorte par ses personnages, en particulier depuis qu’elle est la maman de Marcel, son fils né en 2011 de son union avec Guillaume Canet: « Avant d’avoir ma famille, toute ma vie était dédiée à mes personnage. Plus ils me touchaient, plus je me sentais proche d’eux. Mais je ne peux plus m’enfermer dans un autre monde désormais. Je ne veux pas perturber mon fils parce que je suis dans un état bizarre, parce que je suis déprimée ou que je dois tuer un roi ».

 
Source: L’Express


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