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O dia amanhecendo na Córsega.

 

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O sol chegando e iluminando as paisagens mais lindas.

 

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E a água fria ficando mais atraente a cada minuto.

 

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As fotos ficam incríveis sem o menor esforço.

 

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O pôr do sol nao poderia ser menos encantador.

 

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Que tal terminar a noite assim?

Além do francês, os corsos falam uma língua local que parece bastante com o italiano. O essencial dessa língua veio da época do Império Romano, pois quando chegaram à Córsega, não entendiam nada da língua local. Os habitantes são bilíngues há séculos! Até a metade do século 19, era a língua corsa e o italiano que dominavam. Depois, a língua corsa e o francês.

A escola (português) = l’école (francês) = a scola (língua corsa)

Bom dia = bonjour = bonghjornu

Papai = papa = babbu

Mamãe = mama = mamma

Como vai? = comment ça va? = Cumu và?

Vou bem = ça va bien = va bè

Por favor = s’il vous plaît = fate u piacè

O mar = la mer = u mare

Jornal = jornal = giurnale

Céu = ciel = célu

Querido = chéri = carinu (que graça!)

 

Durante muito tempo, os locais foram proibidos de falar a própria língua. Hoje em dia, ela é bastante utilizada e também ensinada na escola. Quanto à pronúncia, é interessante notar que o famoso biquinho usado na francês para a vogal “u” cai e a pronúncia dela fica igual à nossa. Do norte ao sul, todos os habitantes se compreendem, mas o vocabulário e a pronúncia não são sempre idênticos. No norte, vinho é pronunciado “binu” , e no sul, “vinu”.

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Desde a Antiguidade, a Córsega se especializou na cultura das oliveiras, da castanha e na fabricação do mel. Alimentos que, combinados com o queijo e o vinho, constituem a base da cozinha dessa ilha incrível.

Mas primeiro, o aperitivo!

Fim de tarde é hora do aperitivo, principalmente para se refrescar no sul da França. O mais típico é o “pastis”, de Marseille. Mais ao sul ainda, na Córsega (aquela ilha paradisíaca pertinho da Sardenha), também se toma o pastis, mas há uma bebida mais inusitada: cerveja de castanha! Invenção recente, essa cerveja é fabricada a partir do malte e castanhas. Desde o começo do processo de fabricação, o malte é misturado à farinha de castanha que trabalha na fermentação. E funciona! Em 1996, a sociedade corsa comercializou a primeira cerveja de castanha : La Pietra.


pietra

 

Mas não tem jeito, o vinho continua sendo incontestavelmente “a bebida francesa”, inclusive por lá.

E já que estamos na Córsega, vamos brindar como os locais: Salute! No resto da França, diz-se “santé” ou “tchin”. 

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Le coucher du soleil à Porto (Corse)

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Pela beleza, pela posição geográfica ou por outros motivos, a ilha da Córsega foi invadida diversas vezes em sua história.  A memória do povo é de luta pela liberdade.

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Resuminho:

Os gregos a chamavam de Kallisté (a mais bela)! Durante a Antiguidade, foram eles que invadiram a ilha para fazer comércio. Depois, foram os Romanos, que queriam conquistar a ilha para impor sua religião.

Na Idade Média, os Mouros atacaram a ilha para roubar e fazer os locais de escravos. Na sequência, os Genoveses dominaram a Córsega e lá ficaram por 500 anos!

No século 16, Sampiero Corso liderou a revolta dos corsos contra os genoveses, mas foi morto em batalha. Foi a vez então do herói local, Pascal Paoli, ganhar a independência da ilha. Seus soldados, porém, perderam a batalha face aos soldados de Luís 15 no século 18 e a Córsega virou parte do território francês.

Ainda não acabou! Os ingleses também resolveram ocupar a ilha, mas surgiu então Napoleão Bonaparte e a Córsega se manteve definitivamente francesa.


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