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Archive for the ‘Théâtre’ Category

Em cartaz

Posted on: 16/09/2010

O estrangeiro

Com Guilherme Leme
Direção: Vera Holtz e Guilherme Leme


Estreia 17 de setembro
Sextas e Sábados, às 21h
Domingos, às 19h

Duração: 60 minutos
Faixa etária: Recomendado para maiores de 14 anos
Ingresso: Sextas-feiras: R$ 40;
Sábados e Domingos: R$ 50

http://www.ingressos.com.br


Texto: Albert Camus
Adaptação: Morten Kirkskov
Tradução: Liane Lazoski
Iluminação: Maneco Quinderé
Cenografia: Aurora dos Campos
Desing Gráfico: Roberta de Freitas
Trilha Sonora: Marcello H
Produção SP: Morente Forte
Realização: Galharufa Produções


Meursault, o personagem de “O Estrangeiro”, leva uma vida banal. Depois de receber a notícia da morte de sua mãe, ele comete um crime, sendo, por isso, julgado e preso. Tudo acontece gratuitamente, sem qualquer sentido: um homem arrastado pela correnteza da vida e da história, o que pode ser lido como o drama de qualquer pessoa de seu século, que se depara com o absurdo, ponto central da obra de Camus.

Na trama, Meursault não encontra explicação nem consolo para o que ocorre em sua trajetória, tudo acontece à sua revelia. Ele não acha explicação na fé, religião ou ideologia, não tem onde se amparar. O que pode ser visto como uma vantagem: esse homem é livre, sua vida está em aberto. Assim, ele se depara e se angustia diante da liberdade e do absurdo. Mas, quando descobre que essas duas condições são intrínsecas, finalmente encontra a paz. “Além de ser uma narrativa seca das desventuras de Meursault, condenado à morte por matar um árabe, é também uma autobiografia de todo mundo, do homem contemporâneo”, conclui Guilherme Leme.

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Théâtre

Posted on: 08/11/2009

Eva Doumbia desafia barreiras étnicas no Ano da França no Brasil

Espetáculo « France do Brazil » coloca em questão a miscigenação e a tolerância

France do Brasil

 

Uma rota de colisão entre conflitos raciais e sentimentais através do questionamento dos vínculos sociais e identitários. É assim que a diretora francesa de origem marfinense Eva Doumbia retratou as angústias de ter ao mesmo tempo muitas raízes e a relação com o preconceito na peça “France do Brazil”, que estreou em 30 de outubro e fica em cartaz até 1o de novembro no SESC Santana, em mais um evento do programa oficial do Ano da França no Brasil. No palco, os 11 atores brasileiros e franceses de diversas origens africanas foram os ingredientes chave de uma mistura que agradou ao público.

A atriz Rita Grillo interpreta France, uma escritora que deixou o Brasil para estudar em Marselha, à principio por seis meses. No entanto, a morte de sua namorada Lala fez com que procurasse se afastar. A narração acontece no momento em que France está retornando ao País depois de 8 anos na França, já casada com Arié, um franco-argelino que se envergonha de suas raízes. O conflito tem início quando a personagem se questiona sobre seus sentimentos, sua origem e seu estilo de vida.

“France do Brazil” traça um interessante paralelo entre os dois países por meio de uma verdadeira miscelânea de linguagens, misturando texto, dança, música, vídeo e entrevistas no mesmo espetáculo. No desenrolar da narrativa, tudo o que acontece com a personagem surge a partir da sua memória, e a música, o som e os vídeos acompanham essas lembranças.

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