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Archive for the ‘Histoire’ Category

Paris

Posted on: 11/04/2016

ARQUIVO PESSOAL

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Cultura e patrimônio são celebrados por toda a parte na França. Anualmente,museus e monumentos colocam sob os holofotes artistas, obras, movimentos artísticos e personagens, através de exposições temporárias excepcionais. Uma oportunidade única para descobrir as diferentes regiões francesas. 

Segue uma seleção das exposições que você não pode perder neste outono-inverno em Paris.

No Palácio das Belas Artes de Lille

Do dia 26 de setembro de 2015 ao dia 29 de fevereiro de 2016 : Alegria de viver”

O evento principal da nova edição do lille3000, a exposição “Joie de vivre” aborda todas as épocas e todas as modalidades de expressão, afim de mostrar como a arte desempenhou um papel importante ao longo da história na representação da felicidade.

www.pba-lille.fr

No MuCEM, em Marseille

Do dia 4 de novembro de 2015 ao dia 29 de fevereiro de 2016 : “Eu gosto dos panoramas”

 

A exposição propõe uma reflexão sobre a construção do olhar e das imagens através dos panoramas e estuda, de forma ampla, a questão da apropriação da paisagem em suas múltiplas dimensões. 

www.mucem.org

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No Carrières de Lumières, em Provence

Do dia 6 de março de 2015 ao dia 3 de janeiro de 2016 : “Michelangelo, Leonardo da Vinci, Rafael. Os gigantes do Renascimento”

Como a cada ano, o Carrières de Lumières, em Baux-de-Provence, dedica um espetáculo multimídia a um artista ou a um grupo de artistas. Em 2015, fazendo alusão ao 500o aniversário da chegada do rei François I (ou Francisco I), o Renascimento é colocado em foco neste espetáculo.

www.carrieres-lumieres.com

No Musée LaM, em Lille
Do dia 26 de fevereiro de 2016 ao dia 5 de junho de 2016: “Amedeo Modigliani. Uma retrospectiva”

Em uma colaboração com a Reunião dos museus nacionais, o LaM apresenta, na primavera de 2016, uma retrospectiva excepcional consagrada à obra de Amedeo Modigliani, pintor e escultor italiano, detentor de uma carreira ao mesmo tempo breve e frutífera. 
Uma centena de pinturas e desenhos do artista estarão presentes, ao lado de obras de Constantin Brancusi, Pablo Picasso, Jacques Lipchitz, Chaïm Soutine, Moïse Kisling, Henri Laurens, André Derain…

www.musee-lam.fr

No Memorial de Caen

Do dia 9 de março ao dia 27 de novembro de 2015: “Humanizar a guerra?” 

A exposiçãoexpõe a evolução dos conflitos armados e intervenções do CICV (Comitê Internacional da Cruz Vermelha), apresentando aos visitantes a humanidade na guerra. 
As fotografias, vídeos, arquivos, objetos e tabletsespalhados pelos 800 m2 de trajeto visam provocar emoções que recolocam o ser humano no centro da análise. A exposição trata assim da complexidade das problemáticas humanitárias que permearam os 150 anos de existência da instituição. 

www.memorial-caen.fr/expositions-evenements

 Fonte: France.fr

Club

Posted on: 28/11/2014

Mais uma palavra que vem do inglês.

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Além do francês, os corsos falam uma língua local que parece bastante com o italiano. O essencial dessa língua veio da época do Império Romano, pois quando chegaram à Córsega, não entendiam nada da língua local. Os habitantes são bilíngues há séculos! Até a metade do século 19, era a língua corsa e o italiano que dominavam. Depois, a língua corsa e o francês.

A escola (português) = l’école (francês) = a scola (língua corsa)

Bom dia = bonjour = bonghjornu

Papai = papa = babbu

Mamãe = mama = mamma

Como vai? = comment ça va? = Cumu và?

Vou bem = ça va bien = va bè

Por favor = s’il vous plaît = fate u piacè

O mar = la mer = u mare

Jornal = jornal = giurnale

Céu = ciel = célu

Querido = chéri = carinu (que graça!)

 

Durante muito tempo, os locais foram proibidos de falar a própria língua. Hoje em dia, ela é bastante utilizada e também ensinada na escola. Quanto à pronúncia, é interessante notar que o famoso biquinho usado na francês para a vogal “u” cai e a pronúncia dela fica igual à nossa. Do norte ao sul, todos os habitantes se compreendem, mas o vocabulário e a pronúncia não são sempre idênticos. No norte, vinho é pronunciado “binu” , e no sul, “vinu”.

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Pela beleza, pela posição geográfica ou por outros motivos, a ilha da Córsega foi invadida diversas vezes em sua história.  A memória do povo é de luta pela liberdade.

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Resuminho:

Os gregos a chamavam de Kallisté (a mais bela)! Durante a Antiguidade, foram eles que invadiram a ilha para fazer comércio. Depois, foram os Romanos, que queriam conquistar a ilha para impor sua religião.

Na Idade Média, os Mouros atacaram a ilha para roubar e fazer os locais de escravos. Na sequência, os Genoveses dominaram a Córsega e lá ficaram por 500 anos!

No século 16, Sampiero Corso liderou a revolta dos corsos contra os genoveses, mas foi morto em batalha. Foi a vez então do herói local, Pascal Paoli, ganhar a independência da ilha. Seus soldados, porém, perderam a batalha face aos soldados de Luís 15 no século 18 e a Córsega virou parte do território francês.

Ainda não acabou! Os ingleses também resolveram ocupar a ilha, mas surgiu então Napoleão Bonaparte e a Córsega se manteve definitivamente francesa.

Chegando ao Louvre

Chegando ao Louvre.

Foto enviada pela artista Kalina Juzwiak, do kaju.ink!

Merci, Kalina!!!! 🙂

Nosso convidado de hoje é o Filipi Andrade.  Aproveitem as dicas, pois estão incríveis e podem proporcionar uma super viagem com um orçamento possível! Ah, e o destino é o meu mais novo amor: a Córsega! Merci beaucoup, Filipi!! 🙂

« Depois de descobrir que estivemos na Córsega ao mesmo tempo e trocar algumas palavras sobre esse destino inesquecível, recebi da Eleonora o gentil convite de escrever sobre os meus dias na Île de Beauté (ilha da beleza em francês), como é comumente chamada – com muita justiça, devo dizer. Seguem então algumas das minhas impressões deste belíssimo destino e algumas dicas pra aproveitar o máximo sem extrapolar no budget da sua viagem.

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Fotos de 14/07/2013

Nice – Côte d’Azur

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Geralmente associada à tomada da Bastilha em 14 de julho de 1789 (vitória do povo contra a monarquia), a festa da República francesa só foi oficializada em 6 de julho de 1880. 

Gambetta, na 3ª República, decide celebrar as fundações do regime. Por proposta de Benjamin Raspail, então deputado, a lei de 6 de julho de 1880 faz do 14 de julho a festa nacional da República, cuja celebração havia sido abandonada. 

Desde o início é enfatizado o caráter patriótico e militar da manifestação, a fim de mostrar a recuperação da França após a queda em 1870. Todos os municípios participam. A festa começa com a tradicional procissão aos “flambeaux” na noite de 13 de julho. No dia seguinte, os sinos das igrejas ou os salves anunciam o desfile, seguido de um almoço, espetáculos e jogos. Os bailes e os fogos de artifício encerram a festa. 

Até hoje a festa do 14 de julho é um grande sucesso. Em Paris, o tradicional desfile militar na Champs-Elysées é minuciosamente preparado. Na França inteira há bailes, luzes e fogos de artifício. 

 

Fotos: arquivo pessoal

Texto: Rendez-vous en France


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